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sábado, 16 de julho de 2011 - Postado por Luiza Drumond às 20:05

E então, você me mata de dentro de ti. E sem querer, sem intenções me faz desacreditar em todo que há floreios e coisas belas, em amor. Logo no amor que tu me dizias sempre ser tão belo e sem preocupações, logo nele, naquela pequena coisinha, naquela pequena partícula de chama que ardia em nosso peito. Peço-te, passarinho, deixe-me e me fure a alma, o coração, por favor, vá sem prolongas.
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