You make me smile!

domingo, 4 de julho de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 17:20

Eu lhe presenteio e você me presenteia, é assim desde que conheci a doce, maluca e adorável Kenia Cris. Uma menina, garota e mulher que escreve suas linhas tortas e que vem encantando a todos desde que começou esse trabalho fascinante. Mais uma vez, me vem cobrindo de presentes e coisas boas todos os dias, hoje foi um selo cujo carrega um nome lindo, ‘seu blog me fez sorrir. ’ Eu lhe recíproco e lhe presenteio com a honra que me deu, com o selo que me deu e com o sorriso que eu lhe arranquei. O presente vai para o “Coeur de Poètesse”, um blog inteligentíssimo e super interessante, também escrito pela adorável Kenia, eu lhe agradeço sempre.

Os selos e seus devidos donos pedem para que repasse este selo para sete blogs e listar as coisas que te fazem sorrir, simples.


Meus sorrisos:

Feelmyworld por Vivica
Coeur de Poètesse por Kenia Cris
De linho nobre e pura seda por Raphael Vitoi
Chasing Cars por Louis
Lusca Fusca por Lulu
Diálogos comigo mesma por Michelle
A Barca dos Amantes Por Leornado B.

Coisas que me fazem sorrir:
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Sonho de um garoto

sábado, 26 de junho de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 14:16
Que o sonho de um garoto não acabe sob um muro,
Que a magia que o ronda não se ofusque,
Que as estrelas não sejam penas mais um ponto brilhante nos olhos de quem a vê.
Que a flor do
amor sempre ande junto ao peito de quem se ama.
Que o
sorriso não seja torto,
E nem meio, que ele seja dado junto ao mundo inteiro.
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Ruby Hórus

quarta-feira, 23 de junho de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 21:06
Via( tumblr)

Ela controlava os encontros, conversas, dias, semanas, meses, anos, décadas. Era uma senhorita de 17 anos ou mais, era translúcida, gélida, vivera ali desde quando nasceu. Acompanhou de perto os passos das pessoas, da Terra e do mundo. Era a senhora do obscuro, porém incrivelmente brilhante em tudo que fazia.
Tinha uma expressão vazia e olhos fundos, era loira, quase ruiva, tinha duas bolas de gude nos olhos. Tinha também comportamentos estranhos e era alta. Morava numa região isolada entre esses sete mares, se chamava Ruby e tinha um amigo. Uma amizade extremamente esquisita e proibida, Rob era filho do pior inimigo da garota gélida. Ruby tinha olhos que mudavam de cor freqüentemente, de um perfeito preto a um vermelho atormentador. A mudança de cor era causada pelo estado emocional da garota, quanto mais escuro, mais inquieta, quando mais claro, mais raivosa. Não havia cor que a fazia ficar tranqüila. Cumprira todos os dias um ritual que era passado de gerações a gerações. Lavava os pés e as mãos todos os dias com acido sulfúrico e cada dia apertava mais o cordão ao pescoço. Era um ritual extremamente torturante, mais prazeroso a todos daquela família. Aquilo era vital para seu sucesso e vida também, era uma fonte de fortalecimento para vencer todos do mar vizinho. Ruby tinha feridas profundas a cada dia, era uma das mais fortes dali.
Era o talismã daquela região, simbolizava a proteção espiritual e também o poder clarividente do Terceiro Olho que seria o prêmio para o mar que ganhasse os jogos de inverno. O reino Hórus onde a garota fazia parte ganhara ano passado e Ruby foi escolhida para ser a guardiã do talismã.

Faltavam algumas semanas para os jogos, todos ali estavam ansiosos e Ruby também, ela iria competir com seu melhor companheiro, Rob.
Rob Stone tinha 19 anos, tinha uma expressão extremamente encantadora, tinha também um sorriso tranqüilo e aconchegante. Era moreno, tinha os olhos verdadeiros e uma educação que vinha de décadas. E claro, era melhor amigo de Ruby. Eram amigos de longa data, cresceram juntos e foram separados na adolescência quando toda guerra entre os dois mares começou, uma guerra que também é de longa data, porém interrompida por um acordo.

‘Que a ordem seja cumprida. Dividiremos o mar maior em dois, 70% das águas para o reino que possui o talismã e 30% para o outro reino, e todos os anos disputaram o talismã nos jogos de inverno e quem assim ganhar ficará com 70% das águas, e terão de escolher alguém para ser guardião dele por um ano. ’

E a regra foi cumprida por um ano, até quando descobriram que o reino do pai de Rob tentara furtar o talismã meses antes dos jogos de inverno, e então foi acrescentado na regra:

‘E se algum dos reinos tentarem trapacear nos jogos ou tentar furtar o talismã o reino que o possui ficará com ele e com 70% das águas por mais dois anos. ‘

Fez um ano e seis meses que o reino Hórus estava com o talismã e as águas, até que Ruby descobriu que Rob iria se casar no próximo mês e dirigiu-se ao dono oficial dos sete mares e desfez com o acordo, e assim ela fez outro acordo.

‘Retirarei a regra dos dois anos se Rob Stone assim desistir com a tal idéia de criar outro mar e de se casar também, assim daqui duas semanas os jogos de inverno retornaram a tona, e eu terei de competir com o filho de Stone e em troca disso quem ganhar desta vez ganhará o meu talismã que meu bisavô deixou e ganhará também o talismã que o dono disso tudo chamou de Terceiro Olho. ’

Todos ali agora entraram em um grande diálogo que durou um bom tempo para que o pai de Ruby ficasse furioso e que criasse uma grande tempestade que poderia separar para todo o sempre os dois mares. Senhor Hórus não conseguiu conter-se em apenas tentar separar os mares e criar uma grande tempestade, arrancou com toda força que tinha o cordão que mantém Ruby viva... Rob ao ver a sua amiga de infância cair aos poucos sobre a areia gelada correu imediatamente e a colocou sobre seus braços, colocando seu coração sobre o dela, fazendo o pulsar de uma paixão manter sua amada viva, e então Ruby abriu os olhos, desta vez os olhos dela estavam multicoloridos, significava obrigada e paixão, o garoto ao ver isso a carregou e a levou para um lugar sossegado, o céu sobre os setes mares, um lugar lindo, coberto de raios de sol, flores, pássaros e esquilos. Ruby estava ainda um tanto adormecida, iluminada pelos poucos de raios de sol que ainda permaneciam lá, estava encantadora. Eles estavam cobertos por um raio de sol, ao lado de um rio, ela estava deitada sobre uma das pernas dele, ainda um pouco adormecida, ele a olhava fixamente, torcendo para que ela acordasse cada vez mais e mais, limpando o sangue que cobria o pescoço de Ruby com um pedaço de sua blusa com água do rio perto de onde estavam. Então, a garota translúcida acordou, tentou levantar sua cabeça mais não deu conta, Rob colocou a cabeça dela onde estava, e pediu para que tivesse calma e que ficasse quieta. Ele conhecia muito bem o jeito agitado da garota, não gostava que ninguém cuidasse dela, mais ele conseguia o que quisesse com seu jeito e sorriso encantador.

Ruby era apaixonada por essas duas características dele, desde pequeninha observava isto, Rob tinha uma educação invejável, um sorriso também. Não era só apaixonada por essas duas características, era também pelo o que ele se tornou em esses anos todos, como ele tinha mudado da infância para cá, quanto na fisionomia, quando no modo de vê o mundo, ele também era um garoto bonito, não tinha como negar.

Rob era apaixonado pela personalidade forte e pelos olhos dela, a paixão crescera quando foram separados. Saudade tinha virado paixão e paixão amor. Ele também não era só apaixonado pelos olhos e personalidade de Ruby, era também por ela em si, e também no modo corajoso que enfrenta todos sem se preocupar com quem seja. De onde vem, de que família é e de qual mar é ou foi, era extremante corajosa.

Os dois ficaram ali durante doze dias, foi o suficiente para que todos dos dois mares se prepararem para os jogos de inverno, agora faltam dois dias. Rob e Ruby teriam que voltar e competir um contra o outro, e isso era quase impossível, o amor que rondava ambos dos dois era tão grande que esqueceram que havia guerra e um acordo, só restava o amor dos dois.

Enquanto isso o rei mantivera a ordem com os preparativos, decoração, arena e tudo mais, era uma festa extremamente bela, porém com um final horrivelmente doloroso, quanto para família de quem faleceria, quanto para pessoa que sofria durante a guerra e que poderia sobreviver ou não. Rob e Ruby apareceram minutos depois, exatamente no centro daquilo tudo, de mãos dadas. A garota vestia uma saia leve com algumas borboletas, algumas flores no cabelo preso, uma armadura brilhante e uma sapatilha antiga de quando dançava balé clássico. Ele vestia uma armadura brilhante, deixada pelo avô logo após falecer, junto estampava um sorriso enorme.

Rob largou a mão de Ruby, pegou sua espada, fez um pequeno corte na perna esquerda da garota gélida depois a golpeou para o chão. Ruby soltara uma gargalhada malvada, levantou, arrancou o talismã do rei de seu pescoço e o jogou no chão, fazendo-o quebrar e virar pedaços sobre a areia gelada. Disse a todos que não haveria mais guerra e nem regras, que criaria outro mar sob um novo céu e que também tinha encontrado o amor esquecido pela sua mãe, disse que o coração existe e que ele bate também. Lutou contra seu pai, fazendo-o concordar com tudo que disse e anunciou que esperaria um novo herdeiro das águas de onde viverá. E então acrescentou em seu testamento:

Talvez a inocência da infância não exista mais, talvez o amor vá se perder um dia, talvez alguém o ache. A guerra não é nada mais do que tolice nas cabeças das pessoas, regras não existem, ninguém as cumpre, por mais que as façam e refaçam ninguém irá cumpri-las. Você me deixou translúcida, sem vida e me arrancou o amor, perdoe-me se o desobedeci.

Ruby agora vive em um céu, junto com a população que juntou durante a vida, vive junto a Rob também, um herdeiro irá nascer daqui alguns meses. Seu pai faleceu quando tentara invadir as águas, céus e terras de Ruby, seu cordão foi devolvido e agora a garota tem tudo que queria em seus braços, amor e Rob.
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Florindas e Florindos

segunda-feira, 14 de junho de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 18:35

Minha kenia, minha amiga, minha mãe e professora mais uma vez vem me presenteando com seus selos e versos tortos. Desta vez algo sobre magia e flores também. Tenho aqui um dos seus versos que explica o que é magia para ela, para mim tudo que essa moçinha escreve é mágico e sempre tem um brilho, e sempre causa uma reação muito boa em mim.

Que a vida de um ser humano
comece dentro de outro,
e uma vez
fora do corpo
o homem procure
incessante
o caminho
até o coração certo,
onde há de construir
sua casa de sonhos
e silêncio,
plantar árvores
e ter filhos
esperando o dia
de mudar-se
para as estórias
contadas para os netos.

Os selos e seus devidos donos pedem para que repasse este selo para 10 blogs, que respondemos a seguinte pergunta: ‘O que é mágico para você?’, que indiquemos onde pegou o selinho e que ilustremos com uma imagem.

Talvez magia não caiba num potinho,
Talvez nós não a vejamos,
Talvez nem a sintamos,
Talvez ela nem tenha cor
Ou talvez ela seja tão mágica que não se explica,
Sente-se. (O que é mágico para mim)

Florindas e Florindos:
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Nós

sábado, 5 de junho de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 13:25

Não compreendo como a paixão torna-se mais forte que eu mesma, não compreendo como me coloca de cabeça para baixo, me vira, desvira, natural é eu me perder e você me achar. Compreendo meus lindos dias que ainda viram, compreendo seu abraço forte e acolhedor. Eu quero mais você, quero mais quero, quero mais nós, quero mais teatros, mais filmes, mais livros, mais eu, mais sonhos, mais invernos, mais corações, mais chocolate, mais óculos, mais bancos, mais flores, mais nós rolando, mais neve, mais sol, mais você, mais você aí e aqui, mais eu aí e aqui, mais sorrisos, mais canções, mais beijos e abraços, mais dias e dias, mais parque, mais lagoa, mais amor, amor, amor e amor, mais você, mais nós.
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Asterisco Feliz

sexta-feira, 4 de junho de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 09:20
To Kenia Cris. Happy b-day my muse!

Você é a metade inteira do sorriso estampado em rostos.
Você é o laço laçado entre a felicidade e a vida.
Você é o sorriso encantador das crianças.
É a luz, poesia e vento.
A musa, a mãe, minha amiga encantada.

É o verso escrito,
Torto e brilhante.
É inesperada e criativa.

O asterisco feliz e curioso.
A estrela e um livro de coração gigante e
Inquietante.



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I wanna be somebody

domingo, 30 de maio de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 19:24

E eu segurava o grito entalado em minha garganta, segurava a dor insuportável de guardar uma mente de quem eu realmente era, meus olhos jamais poderiam ser olhados, verdades imploravam para serem contadas através deles. Já era incontrolável a vontade de ter alguém ali, no meu colo ou ao meu lado, um filho ou um amor que eu pudesse olhar e dizer: “Puxa vida, como eu tenho sorte.” Ou saber que alguém, por mais seja pequeno, que sente orgulho de mim e dizer também o quanto eu sou sortuda por saber que alguém sente tal sentimento. E talvez, algum dia, hora, ou ano eu possa acompanhar as ondas do mar sem me preocupar com o que viria depois, sem me preocupar com o que achariam e que isso seja para mim, que eu junte minhas coisas para poder ir a um mundo só meu. E boa sorte, um dia eu serei alguém de pernas, braços, corpo e alma. Humana.
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Sim.

Postado por Luís Arêdes às 15:52
Lulu, é uma surpresa.
A muito tempo não escrevo e já tinha esquecido que sou moderador.
A realidade vem quando a explicação se requer.
Por exemplo, é explicável que amizade vem apartir do ato, somento do ato.
É fácil se dizer amigo quando você só o vê 4:30h por dia.
As vezes me intriga o quanto as pessoas são importantes na vida, o olhar o sorriso a verdadeira amizade que mostra sua identidade.
É tão fácil guardar no seu subconsciente tudo que passamos para chegar até aqui.
Sinto muito sua falta, e acho que a convivência vem apartir de um novo ato, que requer dois aspectos importantes de amizade, basta dialogar.
Saudades lulu, você a nova Clarice Lispector.
Um beijo.
Luís
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Voe sonhe, tire meus pés do chão e permita-me voar

segunda-feira, 17 de maio de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 16:41
Mais um dia vem vindo,
Mais um dia eu venho seguindo,
Seguindo em frente e talvez,
Seguindo meu coração também.

Eu devo parar de contorcer as coisas,
Parar de pensar por um momento,
E mergulhar no meu mundo imaginário.
Abraçar o travesseiro e pensar como tudo poderia ser.

Eu devo aprender a viver.
Tirar meus pés do chão
E me permitir voar.

E seu voar? Quem irá me segurar?
Depois disso tudo eu poderei me olhar no
Espelho e me perguntar: Por quê?
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Ali, aí, acolá

quinta-feira, 13 de maio de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 11:17

Entreguei-me as palavras como me entrei a você,
A procura do meu pote de ouro.
Não seja uma história de final feliz,
Seja apenas boa e segura.
Atrás do pote de ouro
Ambos se encontraram.
Minhas palavras aí, ali, acolá,
Nem mil delas são capazes de expressar.
Atrás do pote de ouro te encontrei.

Havia prosa e talvez poesia,
Sem perceber eu o tinha.
Ali, aí, acolá.
Não há ninguém que faça isso mudar.

Agora tudo tem gosto de piquenique,
Sempre vai ser,
Eu aqui, você ai, e nós acolá.

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Moldura

quarta-feira, 5 de maio de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 06:15

Sou mais uma Luiza,
Uma vírgula, um ponto que
Não cabe na mesma linha.
Um ponto de interrogação de
Cabeça para baixo.
Uma vírgula de meio traço.
Um asterisco mal feito e
Inacabado.
Sem brilho, porém não
Amargurado.
Teimosa feito o mais,
Que sempre tem um porém
Ou algo a mais.
Uma poesia que nasce
E renasce, um ponto,
Uma vírgula, um asterisco,
Tanto faz, uma Luiza a mais.
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