Heart

domingo, 14 de março de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 16:04


Amber: I'm very empty.
Benjamin: Why? I'm here with you.
Amber: What is empty for you?
Benjamin: Something hollow, without content.
Amber: No, I'm empty love; I don't know how I can express myself!
Benjamin: That's simple, les’t begin, we'll talk about love. What is love for you?
Amber: Love is something beautiful and kind
Benjamin: No, love is something that you need for your life, it is necessary!
Amber: I Know this love is impossible, 'cause...
Benjamin: Because...?
Amber: My love is yours
Benjamin: How can that be? We're just friends!
Amber: That's the problem, you can't see, I love you more than like a friend, more
than like a brother, but you can't love me back, you have another girl.
Benjamin: How long have you been feeling this?
Amber: In the first date I fell in love with you, you're so kind, so cute to me, so so so... you!
Benjamin: I'm embarrassed now. I'm so silly. How I could not see? You're the best. Look, Can you touch a place in me?
Amber: Where?
Benjamin: My heart. It's the best part of me.
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Circuito fechado

terça-feira, 9 de março de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 10:47

Oi. Com canela, por favor. Que horas? Tá errado apaga! Não deve, pra quê? Filho? Olha, escuta, não fiz por querer. Esquece, é pra sexta. Que desespero. Ai! Cortei meu dedo. E agora? Molhou? Faz outro.
Não, não tenho culpa. Foi a Jurema! Bom dia. Olá senhor, fica com o troco, não! Dá-me aqui! Pronto, agora cola, não, não coma! Ih, não chora. Não encosta, tinta fresca. Sai tá calor, não, não tá frio, vem cá. Deixa pra lá. ANDA! LEVANTA! Escreve. Boa tarde senhora, já volto. Não, volta aqui, ainda não terminou. Ih, não implica. Bem quente, por favor. Olha o gato preto ali gente! Para! Dá azar. Liga pra mim mais tarde, não, manda um e-mail, mais barato. Quero dormir. Não, marco depois. Ok, às 14 horas.
Ei, boa noite, meu amor. Quê? Vai aonde? O Eurico tá chorando? Não vai, fica aqui. Vou pro banho. Pronto, toma a mamadeira. Agora, sério, acabou. E a flor? Cresceu? O GATO COMEU? Ai Jesus, que frio, quero chocolate quente. Não, boa noite, dorme bem.
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Sentido sem sentir, vendo sem ver

domingo, 7 de março de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 11:28

Não importa o quão meu coração bata.
Você me segura mesmo sem o toque.
Sem o sorriso que não vejo.
Sem o abraço que não sinto.
E é assim que vivo, sentindo sem sentir.
Vendo sem ver.

Eu vivo aqui de joelhos,
Na tentativa que nos sentimos mais próximos.

Voando para bem longe, para seus braços,
Para longe, longe, longe.

O banquinho está lá com um par de óculos e um livro.
O livro que conta a história que ainda não vivemos,
E o óculos embaçado com o calor do nosso abraço.

E vôo, para longe.

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O sorriso

quarta-feira, 3 de março de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 09:35

Camila sinônima de alegria
Que radia todos os dias.
Sem perceber estampa sorrisos
Todos os dias.
E ela nem se quer sabe como é uma ótima amiga.

Doce, delicada e amável.

Hoje é o seu dia,
O Dia que você nasce e cresce novamente.
Como uma flor crescendo e renascendo a luz do dia,
Você nasceu neste lindo dia.

Abençoada por quem vive a volta.
Amigos, família e Deus.

Doce, delicada e amável.

É a Camila,
A pequena e eterna amiga.


Meus parabéns, minha mona, minha branquela, minha Tifanny, tudo de bom para você hoje e sempre.
Que você seja essa pessoa que se tornou ao longo da vida pra sempre, doce, delicada e amável.
Não deixe ninguém te magoar, porque o sol te radia e isto é uma coisa incrível, difícil de ver, não deixe ninguém roubar essa alegria que te ronda. Meus parabéns. <3
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Fim de mim

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 20:10

O sol se pôs.
A poesia se foi.
O amor se compôs.
E o traço da minha
Vida se foi.

Foi o meu fim,
Dolorido e poético.
A minha vida não quis,
Aconteceu e foi assim.

Ao som do eterno Piano,
Perturbando-me e
Enlouquecendo-me
Morri recitando a
Poesia que não teve fim.

Depois veio o
Chico e a Maria,
Cantando aquela poesia doce e
Que me fazia me sentir
Uma boa amiga.
Consegui a perfeição que não queria.

Mais foi tão feliz,
Fui àquela amiga
Que sempre quis.

E foi assim que morri,
Feliz.
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História de Pilar

domingo, 21 de fevereiro de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 10:39

“Salgamos a volar, querida mia”

Vamos voar para bem longe.
Viveremos feito amantes
Abraçar-nos-emos e teremos uma
Filha que também terá um quase amante.
Ela viverá feito nós.
Sem se preocupar em como
Vai ser daqui em diante.
Irá se chamar
Pilar e ela saberá amar.
Ela conhecerá a face feminina
De Deus e irá
Encontrar o pano de sua
História amorosa.
Vai perder os seus medos
E tocará uma vitrola ao seu querido e eterno amante,
Deus.
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Pirônica

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 10:28
Você é o sorriso estampado na minha boca.
O colorido do sol.
A amizade inesperada.
Aconteceu do nada.
Imprevisível.
Alegre
E amada.

Farpas agora são de nada.
Nada irá nós separar.

Juntas, viveremos.
A cantar aquelas músicas que nos fazem lembrar,
Daquela época que agente só sabia gritar.

Hoje os sorrisos são os mesmos.
Amanhã, serão também.
Só que com uma diferença.
Eles nunca serão iguais à de alguém.

E esse alguém é você,
Amada,
Imprevisível
E alegre.

Isa-do-ra.
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Confissão

domingo, 7 de fevereiro de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 17:11

Cheguei ao ponto final.
Aonde se larga a caneta e amassa o papel.
Esqueci por onde começar. Esqueci onde se põe a vírgula.
Escrevi, escrevi, amassei, amassei.

Queria fazer uma confissão,
Mais nem se quer coloquei a caneta em mãos.

Ah, e o papel? Ah papel!
Tão branquinho, sem nenhum arranhão.

Parece que eu e a escrita,
Andamos em direções diferentes,
Uma ao sul outra ao leste.

Escrevi, escrevi, amassei, amassei.

Dizem uma para outra:
Não, não! Largue minha mão!

Volto e começo, bem devagarzinho.
Era uma vez, João, Maria e seu irmão,
Deram-se a mão e nunca mais disseram não.


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Crescer

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 09:56
Via (flickr)

Crescer pra quê?!
Queria mesmo ser o Peter Pan, voar por aí.
Abraçar o mundo com as mãos, ou até mesmo nunca mais sentir meus pés tocarem o chão.
Senti-me livre, feito o vendo que sopra as folhas, que refresca que nos faz tremer.
Um tremor adorável, que infelizmente é um sonho utópico.
Quanta raiva que tenho dessa limitação que nós temos. Sempre teremos que ficar com os pés fixos ao chão.
Nem quando sonhamos saímos do chão.
Só quando o sonho é muito bom e nos proporciona essa sensação.

Ouvidos:


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O vento levou

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 12:38
Será que não é normal apenas gostar do vento?
Apenas imagina-lo levando tudo que não podemos levar?
Acrescentar mais vida no simples poder de ventar?
Não. Não quero poesia e sim realidade, o poder da escrita está na assiduidade de entender que nela existe vida, e da vida nasce expectativas.
Na razão de gostar de ventanias, vento e brisa são na simples razão de descrevê-los sem o poder de deixá-los sem poder.
Sim, poderosos. Poderes que o Divino abriu mão para dá-lo força.
O vento que carrega incerteza, amor, ódio e tudo que você sente.
Arrepio.
Livre, como o vento se ouve falar. Não tão livre será a brisa que corrói a si própria por simples sentimentos que ela carrega por nós.
Não é mágica! E sim poesia.
A-C-R-E-D-I-T-A-R.
Que ela possa carregar mágoas, razões, dúvidas, respostas, amor.
A – acrescentar vida a vida.
C - crescer na virtude e nela aflorar sabedoria.
R – rir do que lhe foi zombado.
E – esperar em Deus. Virá concerteza virá.
D – dedicar não a você, mais a todos. T-O-D-O-S sem exceção.
I – ir além do imaginável. Está na sua cabeça, tente.
T – trazer o imaginável à tona.
A - aprender com os erros. Frase bastante usada que faz um grande sentido.
R - responder a si mesmo, perguntas cujas respostas lhe faça sentido.
E pra você o que significa ACREDITAR ?

(Luís Fernando Hang)
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Estrela da perfeição

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 16:02

Olá lulu!

Não tem muito tempo que nos tornamos amigos, e isso não significa que não temos uma grande amizade.

As vezes é difícil de encontrar um menino que escreva assim e etc mais eu não ligo, sei quem sou e nada vai mudar isso.

Sempre desde o início das aulas eu me senti inspirado por você (não me pergunte porquê haha')

Tá, mas mesmo no início foi difícil ter uma amizade com você, como eu amo o tempo e acho que foi ele que fez com que sua cabeça mudasse e tal porquê te fez mais madura aos tempos a amizade logo veio.

Sempre vou dizer isso e muito mais que eu amo seu blog, e que desde o início que você o fez eu achei bem bacana.

Não sei se você lembra, mais você não colocava imagens, eu te dei essa dica. não me gabando é claro haha'

Te admiro muito e ainda acho você o ícone!

Nada vai mudar isso.

Lulu Te amo <3

Never Forget.
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Um pouco mais sobre as estrelas

domingo, 10 de janeiro de 2010 - Postado por Luiza Drumond às 11:51
Não havia nenhuma estrela no céu.
Sempre me perguntei o que eram as estrelas.
Talvez estrelas sejam almas falecidas.
Ou são apenas enfeites do céu?
Sempre me disse que quando
Sentisse saudades de alguém que se foi,
Olharia pro imenso céu e mataria minha saudade.


Agora o vento toca meus cabelos, parecendo que estava querendo chamar minha atenção.
E foi, era o que ele queria. Minha atenção foi voltada a uma estrala que brotava no céu, na direção norte, ela brilhava e ofuscava.
Foi a partir daí que outras apareceram. Olhava a um lugar fixo no céu e brotava uma estrela. Era como se eu apertasse um botão e surgisse uma. Era incrível o momento que minha mente proporcionava.

Três estrelas me aguçaram curiosidade.
Uma na esquerda, uma na direita e uma no centro.
Fiquei imaginando quais nomes poderia dar para cada uma. Imaginei uma família, a esquerda era Maria e a da direita, João. Imaginei também que a estrela do meio era um filho. Um filho que eu nem se quer sei se existe.
Mais mudou, a estrela da direita piscou, piscou até sumir. E sumiu...
‘O que aconteceu será? Será que João abandonou Maria e seu filho?’
João não tinha esse caráter, de abandonar uma família. Era um homem de palavra, quero dizer, uma estrela.
Já Maria, era um doce de estrela, acordava todos os dias às 05h00min para preparar o café da manhã de toda constelação.
Estrela Maria sofreu anos e anos pela perda de seu marido, sem rumo e confusa, tentando achar um nome que se encaixasse perfeitamente em seu filho, a estrela do meio.
Desde dia 10 de Janeiro uma voz arrepiante cantava nos ouvidos de Maria:
‘Estou mais próximo do que você imagina, João é apenas um codinome meu Cordoval é meu nome. Maria também é um codinome, Abrilhair é seu nome. ’

Maria sem entender começou a procurar João por todo céu...
Parou,
Sentou,
E olhou todo o céu.


‘Onde estará João?’- Maria perguntou para si mesma.

Sem perceber o vento arrepiou as pontinhas da estrela doce, parecendo que estava querendo chamar atenção de Maria.
E foi o que o vento fez, desta vez não foi o vento e sim uma estrela. Que tinha como características: “Era um homem de palavras, quero dizer, uma estrela”

Abrilhair sem entender novamente, perguntou a si própria: ‘E a estrela do meio? É minha ou meu filho?’
Maria fez essa pergunta para ela mesma milhões de vezes, que até escutou uma voz grossa longe:
‘Nem sua, nem seu, nem nossa, nem nosso, minha amada. Estrela do meio é nossa querida neta, filha de sua filha. Agora venha cá, corra ao meu abraço, não temos muito tempo’

Sem pensar duas vezes, Maria correu ao abraço de João, e o agradeceu eternamente por tirar seu tormento mais uma vez.


Dedicatória:

Estrelas são almas falecidas, que marcaram de algum modo, esta mais uma vez, é a história em utopia de meus avôs, utopia porque não a presenciei.
Dedico a Abrilhair Drumond e Cordoval da Silveira, com todo meu coração, obrigada.
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