"Ter nascido me estragou a saúde" - Clarice L.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 15:41

Às vezes paro e penso:
O que é a vida? Como é crescer? E ser? Quem eu sou?
A vida é dura, crescer é difícil, se auto-definir é mais ainda.
Procuro, procuro e procuro respostas. É preciso levar um tapa da vida para acordar? Pra encontrar respostas? E mudar? É difícil?
Porque a vida do campo é mais fácil do que a na cidade grande? Hein? Responda! As pessoas vivem em uma corda bamba, logo caiem e levam um tapa da vida. É ridícula a forma como as pessoas vivem e pensam. Levadas pela onda da mesmice. Um mar de trouxas. Vão! Vão! Nadem contra a corrente, ainda há tempo suficiente, se equilibrem na corda e seguem em frente.
Não é lindo lá na frente? Cheio de lírios e borboletas! Olha o cheiro da lenha queimando. E o cavalo cavalgando? Que coisa mais linda, que vontade de me debruçar na janela e fofocar sobre as pessoas que passam na rua. Andar descalça aqui é um prazer. Ahh, ir ao rio e me molhar todinha, ui!
Vejo inocência nos olhos das pessoas. São tão puros e sem maldade alguma, é visível isso, basta olhar em cada face dessa vila que fica tudo em evidência. Acredite a vida é bela, o único problema é ter nascido me estragou a saúde.
Reações: 
2 deixaram a sua mensagem

Corda Bamba

Postado por Luiza Drumond às 12:49

Maria tinha um sonho atrás da porta vermelha.
Um sonho de corda bamba, circo e arco florido.

Queria ter uma parede de sonho, assim sempre que quiser poderia arrancá-lo com delicadeza e pega-lo p’ra mim.
Andaria na corda bamba com insegurança, não tenho a fé que nem Maria.
Não gostaria de ganhar uma velha para contar história, pessoa não se compra, ou compra?!
Nem gostaria de ter aula particular com uma mulher que sempre fica puxando a pelinha do canto da unha. E aonde ia colocar meu pé? O cachorro é folgado. A borracha caiu, o cachorro engoliu?
Hei de abrir todas as portas. Um dia esse minha curiosidade me mata, mas quem sabe não encontro minha felicidade? Minha parede de sonho? Quem sabe? Só Deus.
Vou guardar em cada porta aberta uma lembrança feliz, um quem sabe, posso escolher a mais feliz.
Guardarei para sempre meu sonho na corda bamba, um dia hei de me equilibrar com um arco florido ou até mesmo um guarda-chuva cheio de lírios.

"Lygia Bonjuga se aventura pelas veredas da imaginação infanto-juvenil e arma sobre o jovem e respeitável público a lona seu circo de surpresas e encantamento, apresentando-lhe esta CORDA BAMBA, através da qual Maria, filha de equilibristas, e ela mesma artista de circo, resolve viajar para dentro de si mesma. Viver na corda bamba- é como o imaginário popular define a existência de quem tem que enfrentar desafios diários para sobrevive. Assim caminha Maria em busca de seu próprio equilíbrio, abrindo as portas do passado e recompondo-se dos dramas que marcaram sua infância circense. "

Recomendo que leiam este livro: "Corda Bamba"- Lygia Bonjuga, livro infanto-juvenil. Ótimo e criativo. Feliz dia das crianças e dos vegetarianos.
Reações: 
2 deixaram a sua mensagem

Piano, Flauta e o R francês

segunda-feira, 5 de outubro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 10:10


O som do piano toca meus ouvidos me arrepiando dos pés a cabeça.
O R puxado do francês me canta e encanta.
Fecham-me os olhos e imagino-me nos palcos, cantando uma canção sobre lírios e bons amigos.
Caras e bocas, irei fazer. Vestirei algo Louis Vuitton.
O fino som do violino é para poucos, pros ouvidos afiados.
A flauta é doce com o mel que meu amor trouxe.
É meloso, dourados feito meus fios de cabelo. Prendidos com lírio e um laço de veludo.

Bruni: On me dit que le destin se moque bien de nous,
Qu'il ne nous donne rien, et qu'il nous promet tout,
Paraît que le bonheur est à portée de main,
Alors on tend la main et on se retrouve fou.
Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Feito Cinderela

domingo, 27 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 19:33

Escreva-me uma canção de amor.
Como nos velhos tempos,
vou te levar num submarino e vou cantar no seu ouvido.
Uma colher de chá e dois pra cá e dois pra lá.
Feito Cinderela irei largar meu sapatinho e seu fino vinho tinto.
Desapegar-me das coisas fúteis.
Apegar-me das coisas mais simples.
Como o sol beija o mar e a mãe ama o filho, irei fazer o mesmo.
Mesmo que pra isso eu tenha que tocar no seu mais profundo laço intimo.
Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Espaço empresário

sábado, 26 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 18:15

Peguem as malas e tirem as mágoas.
O dia lá fora está lindo, vamos meu amigo
Arranque logo essas mágoas, desse jeito seu dia irá passar em branco.
Coloque logo um sorriso nesse rosto, irá combinar com seu olho.
Para ser grande, coloque o peito a frente, erga seu rosto e diga:- Vamos em frente.
Tire esse paletó, coloque uma bermuda, está muito sério, está com cara de empresa, com cara de quem trabalhou o dia inteiro e não aprontou nem uma proeza.
Reações: 
4 deixaram a sua mensagem

João, Maria e seu irmão

sexta-feira, 25 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 08:01

Hoje ensaiei meus sorrisos de ocasiões.
Ensaie uma peça também
cujo o principal chamava-se João.
João e Maria formam um belo casal, não?!
Meu coração vagabundo quer guardar o mundo,
pode ser em um bolso ou até mesmo na canção.
Quer contar histórias, mais não tem papel e muito menos uma caneta em mãos.
Quer contar lendas sem explicações.
Talvez do Saci, mais não entendo como o menino anda sem uma das pernas,
talvez seja magia ou não. Ou talvez seja apenas parte de sua imaginação.
Quero escrever linhas bonitas naquele caderno de veludo e também quero usar aquela caneta que está na esquerda.
Vou pegar a vitrola e vou gritar no seu ouvido, tocar no seu intimo e desenhar no seu
antebraço seu inimigo.
Você vai bater na porta e antes que você entre eu vou te dar um aperto de mãos e antes de você ir embora vou contar minhas verdades e coisas sobre meu cão.
Vou te dar um beijo na testa com o símbolo de paz com a mensagem de não.
Acredite se quiser vou fazer o papel de irmão e ele irá chama João e terá uma noiva chamada Maria, que tem o coração vagabundo e que guarda o mundo de uma forma mais linda que eu sempre quis te dar, mais você sempre dizia não e tchau irmão.
Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

O criador - Semíramis Paterno

domingo, 20 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 10:45
(Ilustrações por Luiza- 3º período- Escola Girassol )
Em respeito á vida
Deus criou o sol
Deus criou as montanhas
Criou os animais
Ele criou as plantas
E os rios e os peixes
E o céu e as plantas
Criou o arco-íris
Fez o homem
O homem construiu cidades
Fez carros e fábricas
Mas o homem derrubou as árvores
Poluiu os rios e mares
O homem se sentiu mal
Ele se arrependeu e cuidou da natureza
E Deus o perdoou



Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Cobra cascavel

sábado, 19 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 10:36

Como vocês podem ver, sou ruiva, cheia de sardas escuras, tenho olhos azuis e um único amor. Gosto de ler, mais odeio dizer.
- Mais minha filha, dizer o que?
Um silêncio enorme se passa na sala.
- Ei! Estou falando com você!
Um olhar profundo se passava entre as duas. Uma mensagem se passa neste olhar, de guerra ou paz. Mais, o que é paz? E guerra? Eu não sei. O mundo não sorri mais? O que aconteceu durante esses 200 anos?
Estou perdida, não sei o que fazer, o sol está me queimando e a sede me dominando. Não há chuvas desde 2015 e já estamos em 3001, tenho apenas 21 e uma imaginação de sonhos encabáveis e inacreditáveis.
Mais pra que ter sonhos? Nem eu sei quem eu sou. Só sei que sou ruiva com sardas escuras e sei fazer rimas nas entrelinhas. È como se fosse um rap sem a batida.
Minha pele é rachada, mais meus olhos são azuis, posso ser uma modelo, mais nada muito comum, quero um vinho tinto em uma taça azul.
Posso ser multifunções, mais só sei dizer não. Meu caderno está todo escrito, deu até um livro, cheio de rimas e rabiscos. Não sei como terminá-lo, não tem título, só uma capa vinho.
Queria ter um filho, mais nem construí minha própria vida. Tenho só um cachorro, mais mesmo assim está quase morto. Ele é vermelho com bolinhas pretas, parece uma joaninha, cabe até na minha bolsinha.
Tenho pouco tempo, mais suficiente pra dizer como amo. Não demonstro afeto, sou fria e sempre digo que amo. Está muito calor e estou transpirando, acho que vou tomar um bom banho, não posso, tenho que ter água até o final do ano. Estou com fome, mais não tem comida, vou morrer de fome meu Deus! Ai meu Deus! Estou tonta, está tudo rodando, tem algo gelado me enrolando. Está fazendo um barulho estranho. Não vejo nada, só ouço um barulho semelhante a uma cobra cascavel.

-Alô?! Alô?!
Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Três coisas

terça-feira, 15 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:25

Um, dois, três
Dia, noite, madrugada
Segundo, minuto, hora
Flor, pólen, gineceu
Cabeça, fio, cabelo
Sapato, sandália, tênis
Pequeno, grande, médio
Gelado, quente, morno
Manhã, tarde, noite.
Um dia,
em uma bela noite.
Duas horas,
a flor renasceu.
Um fio de cachos dourados,
calçado na sandália,
salto médio.
Dia quente, tarde, vá,
depressa, que lerdeza. Perdeu.
Tempo esgotado.
Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Achava que não podia ser maguada

segunda-feira, 14 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:47
(Sylvia)


Achava que não podia ser magoada;
achava que com certeza era
imune ao sofrimento —
imune às dores do espírito
ou à agonia.

Meu mundo tinha o calor do sol de abril
Meus pensamentos, salpicados de verde e ouro.
Minha alma em êxtase, ainda assim
conheceu a dor suave e aguda que só o prazer
pode conter.

Minha alma planava sobre as gaivotas
que, ofegantes, tão alto se lançando,
lá no topo pareciam roçar suas asas
farfalhantes no teto azul
do céu.

(Como é frágil o coração humano —
um latejar, um frêmito —
um frágil, luzente instrumento
de cristal que chora
ou canta.)

Então de súbito meu mundo escureceu
E as trevas encobriram minha alegria.
Restou uma ausência triste e doída
Onde mãos sem cuidado tocaram
e destruíram

minha teia prateada de felicidade.
As mãos estacaram, atônitas.
Mãos que me amavam, choraram ao ver
os destroços do meu firma-
mento.

(Como é frágil o coração humano —
espelhado poço de pensamentos.
Tão profundo e trêmulo instrumento
de vidro, que canta
ou chora.)
Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Luz dos olhos escuros

sábado, 12 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 11:42
Luz dos olhos escuros
brilham na imensidade do mundo
Ódio os guarda
Rosas vermelhas brotam no jardim
Formando o mais belo mar de rosas
As folhas caiem, desenham formas indescritíveis no chão
trazendo uma mensagem de paz para um anão.
O pequeno esquilo
brinca com seu companheiro.
Caçando bem ligeiro um bom cheiro.
De mel puro a pólen. De flor a raiz. Do doce ao amargo.
São dois fãs por par.
Diga o que meus olhos encontraram em você.
São dois fãs, eles querem a quem amar ou
fure-os e diga o que você quer bem devagar.
Reações: 
2 deixaram a sua mensagem

Dia que os Animais vão ri dos Humanos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 10:19

Vejo tudo cinza.
As flores, árvores, céus, pedem ajuda ao rei desse mundo cruel.
Os animais já não existem. Nossa espécie está extinta.
O sol está rachando o chão. Já não tem chuvas há meses.
Os humanos estão matando a si mesmo, para ter sobrevivência
O que está em alta agora é a roupa de plástico, todos estão desfilando seminus por aí.
Os humanos têm a cabeça fechada, é preciso pegar uma faca.
E os animais não têm, por isso morreram, não quiseram sofrer, viveram enquanto a vida na Terra era bela.
Agora vá!- Dizia a vaca
Matem-me, me comam, riam de mim, façam piadas. Quem agora vai rir sou eu, seus trouxas, abram seus olhos e matem a si mesmo, antes que sejam abatidos por outros.
Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Vestido branco

quarta-feira, 9 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:10
Quando encontrar você
sei que vou chorar.
Quero que você enxugue minhas doces lágrimas, com a sua boca.

Arrepiando-me dos pés a cabeça.
Me entregue uma rosa vermelha
junto a um abraço teu quente e aconchegante

Vou vestir um vestido branco
e um colar de três quilates, brilhante diamante
Oh, querido! Cubra-me com uma manta.
Dê-me um bom chocolate quente.
Arranque meus segredos mais fúteis de uma passado, presente e futuro brilhante.

Leia-me, me escreva me desenhe, entre os setes mares.
Seus olhos ainda furarão os meus, pretos, feito duas jabuticabas gigantes.

Oh meu amor! Dance comigo essa noite,
cante pra mim com uma vitrola berrante, coisas sobre seu mundo brilhante.
Verdades tão verdadeiras.
Serei seu veneno mais viciante, tua menina,
mesmo que nós estejamos distantes.
Reações: 
4 deixaram a sua mensagem

Quelqu'un M'a Dit

segunda-feira, 7 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 12:44
"On me dit que nos vies ne valent pas grand-chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses,
On me dit que le temps qui glisse est un salaud,
Et que de nos tristesses il s'en fait des manteaux.

Pourtant quelqu'un m'a dit..."


"Falam que nossas vidas não valem grande coisa,
Elas passam em um momento, como murcham as rosas
Falam que o tempo é um bastardo
Que nossas tristezas são aparência
No entanto alguém me disse..."



Reações: 
2 deixaram a sua mensagem

Pequena Cidadã

quinta-feira, 3 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:16

A lua hoje está linda, cheia, brilhante
entre a grande constelação e a estrela mais distante.

As estrelas desenham um lindo poema
na grande escuridão, querendo dizer o que é bom.

O papel já amassado guarda roteiro de um velho desenho animado
Que foi amassado, rasgado, por um personagem mal-acabado e solitário

As velas, já acesas, simbolizam a guerra.
Entre Gregos e Troianos, vencida por um
maldito Americano bebendo um bom vinho Italiano.

A foto 3x4 foi rasgada, pois estava assustando
os Troianos, destruídos pelos malditos Americanos,
que agora estão brindando com um copo gordo, gelo, Whisky Americano

O mundo já não é perfeito, os humanos
estão matando, a crise dominou, a felicidade
é infeliz e o humano ainda não acordou.
Reações: 
4 deixaram a sua mensagem

Limit edition

Postado por Luiza Drumond às 10:57

A marca gaúcha Cavage acaba de criar uma minicoleção de calçados exclusivos para a Coven. A dupla de estilistas Geane Silva e Vicente Hoffmann abusou de tons metalizados e contrastes interessantes em scarpins e sapatilhas que seguem o mesmo conceito de feminilidade dos tricôs criados por Liliane Rebehy e companhia. Todos os modelos têm bico arredondado a la Chanel e têm uma pegada romântico-futurista que vai ao encontro da delicadeza das tramas da Coven nesta temporada de verão. O destaque fica para o salto alto de conceito arquitetônico e acabamento afunilado que dá um toque de vanguarda para qualquer look. As peças são exclusivas da loja da Coven que fica no bairro de Lourdes, em Belo Horizonte.


Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Interpretando coisas

quarta-feira, 26 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:36

Nunca se sabe se está interpretando ou não.
Ou se é, seu eu que está ali, debruçado no chão, ouvindo uma bela canção.
Roteiros, reações, canções, diz o que é bom, eis a questão.
A dança ritmava a atuação. O violão apenas canta corações nas mãos, destruídos, que descobre que foi tudo em vão, apenas dizendo não.
A fotografia guarda latidos de um velho cão, que um dia estava junto ao seu irmão, deitado em um colchão.
O café já amargo, já não é tão doce, igual ao seu vestido verde- limão, que está rasgado, manchado, está escrito em alemão, eu já esqueci o tom, seja lá qual ele for, eu já não acho bom.
Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

3 Dias de Paz & Música

terça-feira, 18 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:53

Imagem via ( google)

"O Woodstock Music & Art Fair (informalmente chamado de Woodstock ou Festival de Woodstock) foi um festival de música anunciado como "Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz & Música", organizado na fazenda de 600 acres de Max Yasgur na cidade rural de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos. Foi realizado entre os dias 15 de agosto e 18 de agosto de 1996 Originalmente, o festival deveria ocorrer na pequena cidade de Woodstock, também estado de Nova Iorque, onde moravam músicos como Bob Dylan , mas a população não aceitou, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância.

O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 1970 e começo de 10. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário reconhecido como uma dos maiores momentos na história da música popular." (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)



Essa semana está completando 40 anos. Foi dada a idéia de se fazer outro Woodstock, mas não foi levada a sério. Pois há 40 anos a cultura hippie era a que estava em alta! Hoje em dia, é a cultura pop, então não vejo razão de tentar bolar um novo Woodstock. E não seria o mesmo, pois vários cantores maravilhosos que participaram desse evento, já estão mortos e os hippies hoje em dia, são discriminados. Enquanto isso não acontece, basta comemorar 40 anos de Woodstock e ser feliz!



Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Meu Pet

segunda-feira, 17 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:36
Não faz muito tempo, a designer Carla Bender lançou uma linha de vestidos de festa para cachorrinhas de fino trato que mostrei aqui. Pois o que vem no verão da sua Prime Dogs é tão divertido quanto. Trata-se de uma coleção inspirada no Ano da França no Brasil. São peças inspiradas em Coco Chanel e Edith Piaf, como, por exemplo, o tailler "La Vie en Rose"(foto à esq.). Para quem não conhece, Carla criou a Prime há quatro temporadas para vestir sua "filhota" Pezinha, a charmosa top model que aparece na foto á baixo.




Olha pra quem gosta de vestir seu animais, agora tem Chanel e Edith Piaf.
Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Valioso e valiosa. Luz do dia.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 08:53
(Página 170- A menina que roubava livros- Markus Zusank)


"È valioso, como a luz do dia que reflete em seu olhar.
Fazendo a luz do dia, brilhar cada vez mais em cada olhar.
O movimento da água, em suas mãos revela uma coisa
uma coisa fácil de decifrar, basta só olhar e acreditar. "

(Luiza Drumond)
Reações: 
2 deixaram a sua mensagem

Anjo mais velho

segunda-feira, 10 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 18:16

"Metade de mim
agora é assim
de um lado a poesia o verbo a saudade
do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
e o fim é belo incerto... depende de como você vê
o novo, o credo, a fé que você deposita em você e só

Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar.."

"O Teatro Mágico- O anjo mais velho"
Reações: 
2 deixaram a sua mensagem

Campanha da Cabracega

domingo, 9 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:52

A imagem de moda deste domingo é total fresh. Em cena, um mini-geek produzido por Julia Valle para a primeira campanha da Cabracega, marca de fofowear que atende os pequenos de 4 a 14 anos.

Coordenado de maneira a fugir aos clichês de "roupa de criança", o mix de produtos brinca com os códigos da infância sem perder de vista ícones contemporâneos de moda, como a top Kate Moss. A marca leva a assinatura de Érika Frade e Lucas Magalhães.


Ahhh! E feliz dia dos Pais! :D
Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Status das cores

sábado, 8 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 18:38

È como se todas as cores se juntassem
e formasse um enorme buraco colorido dentro do meu estômago.

Azul e amarelo representam meu humor,
ele varia várias vezes ao dia.
Quando o azul está para direita,
estou feliz.
Quando o amarelo está para esquerda,
Estou triste.

Vermelho representa meu coração.
Se ele pisca duas vezes, estou apaixonada.
Se ele pisca uma vez só, estou solitária.

Laranja e rosa representam meu olhar
Se está a ofuscar, vou deixar você me levar
Se está a brilhar, sei que estou a te amar.


Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

06/06/09 - 02h47min

sexta-feira, 7 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 12:42
Hoje quando me levantei, pequei uma pequena lata.
Nesta lata contia cartas, cartões e lembras.
De uma vida vivida e amizades esquecidas.

Carta ( Por Isadora)

"I don't believe then anybody feels the way I do about you now, (...) there is a many things that I like to say to you, but I don't know how, and I say maybeeee, you gonna be the one that saves me, and after all, you're my wonderwall, and I say maybe, you gonna be the one that save me, and after all, you're MY WONDERWALL."

“Não pensa que eu fui por não te amar. E cuida do teu pra que ninguém te jogue no chão, não deixa ninguém te machucar.”

Reações: 
2 deixaram a sua mensagem

Músicas, poemas e orações

quinta-feira, 6 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 10:36
Foto ( Deviant)
Procurei em versos mais lindos que já li.
Procurar explicar de uma forma mais bonita, o amor que eu sinto nessa vida.
Procurei também em arquivos antigos, músicas, poemas e orações.
Sequei-me em palavras românticas e como você sabe, tenho certa timidez de falar de amor.
Iria a pé de Belo Horizonte a Recife, só pra gritar seu nome.
“Ando por aí, querendo te encontrar, em cada esquina, em cada olhar”
Toda noite eu rezo para que esse sonho se torne realidade e sei que um dia vai se realizar, enquanto isso não acontece te dou todo amor que houver nessa vida.
Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

1° de Julho

segunda-feira, 3 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 10:28
Eu vejo que aprendi
O quanto te ensinei
E nos teus braços que ele vai saber
Não há por que voltar
Não penso em te seguir
Não quero mais a tua insensatez

O que fazes sem pensar aprendeste do olhar
E das palavras que eu guardei prá ti
Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim

Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Já que não me entendes, não me julgues
Não me tentes
O que sabes fazer agora
Veio tudo de nossas horas
Eu não minto, eu não sou assim
Ninguém sabia e ninguém viu
Que eu estava a teu lado então
Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa, meu amor
Alguma coisa aconteceu
Do ventre nasce um novo coração

Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta o compromisso

Vale mais o coração
Ninguém sabia, ninguém viu
Que eu estava ao teu lado então

Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa, meu amor
Baby, baby, baby, baby

O que fazes por sonhar
É o mundo que virá pra ti e para mim
Vamos descobrir o mundo juntos baby
Quero aprender com o teu pequeno grande coração
Meu amor, meu amor.





Quando digo que estou pra Blues, porque é verdade.
Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Hoje eu estou pra Blues.

domingo, 2 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 19:20


Hoje eu estou pra blues.

Cássia, Cazuza, Nando, tocavam eles uma eterna canção.

Cuja canção tinha um leve som de violão e uma voz que tocava o coração.

Palmas ritmavam a canção.

Vinho derramado no colchão formava um desenho na escuridão.

A canção dizia: Serei teu pão, tua comida, todo amor que houver nessa vida.

Reações: 
2 deixaram a sua mensagem

Som do coração

sexta-feira, 31 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 17:41
Queria que o som do seu coração fosse grave e lindo, igual da nossa canção.
Queria que você me arrepiasse como antes, até o último cabelo do meu corpo.
E que me machucasse até fazer um hematoma mais profundo que você é capaz.
Aquele violão vermelho encostado na sua parede azul bizarro guarda histórias, que jamais poderei contar e nem cantar.
Histórias profundas, solitárias e sofridas como o hematoma que você me causou.
Folhas do seu caderno verde musgo guardam gotas do meu sangue, sofrido pelo seu amor inexplicável e incomparável.
Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Outro Dior

quarta-feira, 29 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 11:49

Quem pensa em Dior e sua casa única e exclusivamente como o ponto de partida para o new look (look do pós-guerra, 1947, que previa abuso de tecidos) precisa olhar mais amplamente, usar de outros sentidos.

Fahrenheit, Dior Homme, Miss Dior, Poison, Addict e J’Adore são só alguns dos perfumes da marca que acabaram se transformando em clássicos do segmento e são frascos dessas e de outras edições limitadas que estão na mostra "Christian Dior: Couturier Parfumeur, Estilista de Perfumes", que abre dia 31 no shopping Iguatemi, em São Paulo, integrando o calendário do Ano da França no Brasil.

Com curadoria de Renata Aschar, a exposição relata a história e os segredos das mais conceituadas fragrâncias da maison e um pouco da trajetória do próprio Christian Dior, um ícone da alta costura que transformou a maneira de vestir.

Enquanto todos previam simplicidade e conforto, ele propôs o luxo e a feminilidade extrema, tendência copiada por mulheres do mundo inteiro até chegar à irreverência e à autenticidade de John Galliano. A exposição que percorrerá o Brasil e o mundo é aberta ao público.

Reações: 
0 deixaram a sua mensagem

Hermanos

segunda-feira, 27 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 11:02

O vírus da gripe suína está no ar, mas a moda não pode parar. É por isso que o BAF - Buenos Aires Fashion - coloca seu bloco na rua para a edição de verão, que acontece entre os dias 19 e 21 de agosto, no Pabellón Azul - La Rural, Prédio Ferial de Buenos Aires.
No curto line-up estão quinze marcas. São elas: Rapsodia, Paula Cahen D’Anvers, Semillero, Laurêncio Adot, Cook, Prune, Mariana Dappiano, Como Quieres que te Quiera, Cora Groppo, Lacoste, Wanama, Puma, Grupo 134, Vicki Otero e Tramando. O evento tem o patrocínio do governo local e do jornal "La Nacion".


Reações: 
0 deixaram a sua mensagem