Quelqu'un M'a Dit

segunda-feira, 7 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 12:44
"On me dit que nos vies ne valent pas grand-chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses,
On me dit que le temps qui glisse est un salaud,
Et que de nos tristesses il s'en fait des manteaux.

Pourtant quelqu'un m'a dit..."


"Falam que nossas vidas não valem grande coisa,
Elas passam em um momento, como murcham as rosas
Falam que o tempo é um bastardo
Que nossas tristezas são aparência
No entanto alguém me disse..."



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Pequena Cidadã

quinta-feira, 3 de setembro de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:16

A lua hoje está linda, cheia, brilhante
entre a grande constelação e a estrela mais distante.

As estrelas desenham um lindo poema
na grande escuridão, querendo dizer o que é bom.

O papel já amassado guarda roteiro de um velho desenho animado
Que foi amassado, rasgado, por um personagem mal-acabado e solitário

As velas, já acesas, simbolizam a guerra.
Entre Gregos e Troianos, vencida por um
maldito Americano bebendo um bom vinho Italiano.

A foto 3x4 foi rasgada, pois estava assustando
os Troianos, destruídos pelos malditos Americanos,
que agora estão brindando com um copo gordo, gelo, Whisky Americano

O mundo já não é perfeito, os humanos
estão matando, a crise dominou, a felicidade
é infeliz e o humano ainda não acordou.
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Limit edition

Postado por Luiza Drumond às 10:57

A marca gaúcha Cavage acaba de criar uma minicoleção de calçados exclusivos para a Coven. A dupla de estilistas Geane Silva e Vicente Hoffmann abusou de tons metalizados e contrastes interessantes em scarpins e sapatilhas que seguem o mesmo conceito de feminilidade dos tricôs criados por Liliane Rebehy e companhia. Todos os modelos têm bico arredondado a la Chanel e têm uma pegada romântico-futurista que vai ao encontro da delicadeza das tramas da Coven nesta temporada de verão. O destaque fica para o salto alto de conceito arquitetônico e acabamento afunilado que dá um toque de vanguarda para qualquer look. As peças são exclusivas da loja da Coven que fica no bairro de Lourdes, em Belo Horizonte.


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Interpretando coisas

quarta-feira, 26 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:36

Nunca se sabe se está interpretando ou não.
Ou se é, seu eu que está ali, debruçado no chão, ouvindo uma bela canção.
Roteiros, reações, canções, diz o que é bom, eis a questão.
A dança ritmava a atuação. O violão apenas canta corações nas mãos, destruídos, que descobre que foi tudo em vão, apenas dizendo não.
A fotografia guarda latidos de um velho cão, que um dia estava junto ao seu irmão, deitado em um colchão.
O café já amargo, já não é tão doce, igual ao seu vestido verde- limão, que está rasgado, manchado, está escrito em alemão, eu já esqueci o tom, seja lá qual ele for, eu já não acho bom.
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3 Dias de Paz & Música

terça-feira, 18 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:53

Imagem via ( google)

"O Woodstock Music & Art Fair (informalmente chamado de Woodstock ou Festival de Woodstock) foi um festival de música anunciado como "Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz & Música", organizado na fazenda de 600 acres de Max Yasgur na cidade rural de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos. Foi realizado entre os dias 15 de agosto e 18 de agosto de 1996 Originalmente, o festival deveria ocorrer na pequena cidade de Woodstock, também estado de Nova Iorque, onde moravam músicos como Bob Dylan , mas a população não aceitou, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância.

O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 1970 e começo de 10. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário reconhecido como uma dos maiores momentos na história da música popular." (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)



Essa semana está completando 40 anos. Foi dada a idéia de se fazer outro Woodstock, mas não foi levada a sério. Pois há 40 anos a cultura hippie era a que estava em alta! Hoje em dia, é a cultura pop, então não vejo razão de tentar bolar um novo Woodstock. E não seria o mesmo, pois vários cantores maravilhosos que participaram desse evento, já estão mortos e os hippies hoje em dia, são discriminados. Enquanto isso não acontece, basta comemorar 40 anos de Woodstock e ser feliz!



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Meu Pet

segunda-feira, 17 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:36
Não faz muito tempo, a designer Carla Bender lançou uma linha de vestidos de festa para cachorrinhas de fino trato que mostrei aqui. Pois o que vem no verão da sua Prime Dogs é tão divertido quanto. Trata-se de uma coleção inspirada no Ano da França no Brasil. São peças inspiradas em Coco Chanel e Edith Piaf, como, por exemplo, o tailler "La Vie en Rose"(foto à esq.). Para quem não conhece, Carla criou a Prime há quatro temporadas para vestir sua "filhota" Pezinha, a charmosa top model que aparece na foto á baixo.




Olha pra quem gosta de vestir seu animais, agora tem Chanel e Edith Piaf.
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Valioso e valiosa. Luz do dia.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 08:53
(Página 170- A menina que roubava livros- Markus Zusank)


"È valioso, como a luz do dia que reflete em seu olhar.
Fazendo a luz do dia, brilhar cada vez mais em cada olhar.
O movimento da água, em suas mãos revela uma coisa
uma coisa fácil de decifrar, basta só olhar e acreditar. "

(Luiza Drumond)
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Anjo mais velho

segunda-feira, 10 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 18:16

"Metade de mim
agora é assim
de um lado a poesia o verbo a saudade
do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
e o fim é belo incerto... depende de como você vê
o novo, o credo, a fé que você deposita em você e só

Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar.."

"O Teatro Mágico- O anjo mais velho"
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Campanha da Cabracega

domingo, 9 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:52

A imagem de moda deste domingo é total fresh. Em cena, um mini-geek produzido por Julia Valle para a primeira campanha da Cabracega, marca de fofowear que atende os pequenos de 4 a 14 anos.

Coordenado de maneira a fugir aos clichês de "roupa de criança", o mix de produtos brinca com os códigos da infância sem perder de vista ícones contemporâneos de moda, como a top Kate Moss. A marca leva a assinatura de Érika Frade e Lucas Magalhães.


Ahhh! E feliz dia dos Pais! :D
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Status das cores

sábado, 8 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 18:38

È como se todas as cores se juntassem
e formasse um enorme buraco colorido dentro do meu estômago.

Azul e amarelo representam meu humor,
ele varia várias vezes ao dia.
Quando o azul está para direita,
estou feliz.
Quando o amarelo está para esquerda,
Estou triste.

Vermelho representa meu coração.
Se ele pisca duas vezes, estou apaixonada.
Se ele pisca uma vez só, estou solitária.

Laranja e rosa representam meu olhar
Se está a ofuscar, vou deixar você me levar
Se está a brilhar, sei que estou a te amar.


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06/06/09 - 02h47min

sexta-feira, 7 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 12:42
Hoje quando me levantei, pequei uma pequena lata.
Nesta lata contia cartas, cartões e lembras.
De uma vida vivida e amizades esquecidas.

Carta ( Por Isadora)

"I don't believe then anybody feels the way I do about you now, (...) there is a many things that I like to say to you, but I don't know how, and I say maybeeee, you gonna be the one that saves me, and after all, you're my wonderwall, and I say maybe, you gonna be the one that save me, and after all, you're MY WONDERWALL."

“Não pensa que eu fui por não te amar. E cuida do teu pra que ninguém te jogue no chão, não deixa ninguém te machucar.”

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Músicas, poemas e orações

quinta-feira, 6 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 10:36
Foto ( Deviant)
Procurei em versos mais lindos que já li.
Procurar explicar de uma forma mais bonita, o amor que eu sinto nessa vida.
Procurei também em arquivos antigos, músicas, poemas e orações.
Sequei-me em palavras românticas e como você sabe, tenho certa timidez de falar de amor.
Iria a pé de Belo Horizonte a Recife, só pra gritar seu nome.
“Ando por aí, querendo te encontrar, em cada esquina, em cada olhar”
Toda noite eu rezo para que esse sonho se torne realidade e sei que um dia vai se realizar, enquanto isso não acontece te dou todo amor que houver nessa vida.
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1° de Julho

segunda-feira, 3 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 10:28
Eu vejo que aprendi
O quanto te ensinei
E nos teus braços que ele vai saber
Não há por que voltar
Não penso em te seguir
Não quero mais a tua insensatez

O que fazes sem pensar aprendeste do olhar
E das palavras que eu guardei prá ti
Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim

Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Já que não me entendes, não me julgues
Não me tentes
O que sabes fazer agora
Veio tudo de nossas horas
Eu não minto, eu não sou assim
Ninguém sabia e ninguém viu
Que eu estava a teu lado então
Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa, meu amor
Alguma coisa aconteceu
Do ventre nasce um novo coração

Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta o compromisso

Vale mais o coração
Ninguém sabia, ninguém viu
Que eu estava ao teu lado então

Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa, meu amor
Baby, baby, baby, baby

O que fazes por sonhar
É o mundo que virá pra ti e para mim
Vamos descobrir o mundo juntos baby
Quero aprender com o teu pequeno grande coração
Meu amor, meu amor.





Quando digo que estou pra Blues, porque é verdade.
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Hoje eu estou pra Blues.

domingo, 2 de agosto de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 19:20


Hoje eu estou pra blues.

Cássia, Cazuza, Nando, tocavam eles uma eterna canção.

Cuja canção tinha um leve som de violão e uma voz que tocava o coração.

Palmas ritmavam a canção.

Vinho derramado no colchão formava um desenho na escuridão.

A canção dizia: Serei teu pão, tua comida, todo amor que houver nessa vida.

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Som do coração

sexta-feira, 31 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 17:41
Queria que o som do seu coração fosse grave e lindo, igual da nossa canção.
Queria que você me arrepiasse como antes, até o último cabelo do meu corpo.
E que me machucasse até fazer um hematoma mais profundo que você é capaz.
Aquele violão vermelho encostado na sua parede azul bizarro guarda histórias, que jamais poderei contar e nem cantar.
Histórias profundas, solitárias e sofridas como o hematoma que você me causou.
Folhas do seu caderno verde musgo guardam gotas do meu sangue, sofrido pelo seu amor inexplicável e incomparável.
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Outro Dior

quarta-feira, 29 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 11:49

Quem pensa em Dior e sua casa única e exclusivamente como o ponto de partida para o new look (look do pós-guerra, 1947, que previa abuso de tecidos) precisa olhar mais amplamente, usar de outros sentidos.

Fahrenheit, Dior Homme, Miss Dior, Poison, Addict e J’Adore são só alguns dos perfumes da marca que acabaram se transformando em clássicos do segmento e são frascos dessas e de outras edições limitadas que estão na mostra "Christian Dior: Couturier Parfumeur, Estilista de Perfumes", que abre dia 31 no shopping Iguatemi, em São Paulo, integrando o calendário do Ano da França no Brasil.

Com curadoria de Renata Aschar, a exposição relata a história e os segredos das mais conceituadas fragrâncias da maison e um pouco da trajetória do próprio Christian Dior, um ícone da alta costura que transformou a maneira de vestir.

Enquanto todos previam simplicidade e conforto, ele propôs o luxo e a feminilidade extrema, tendência copiada por mulheres do mundo inteiro até chegar à irreverência e à autenticidade de John Galliano. A exposição que percorrerá o Brasil e o mundo é aberta ao público.

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Hermanos

segunda-feira, 27 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 11:02

O vírus da gripe suína está no ar, mas a moda não pode parar. É por isso que o BAF - Buenos Aires Fashion - coloca seu bloco na rua para a edição de verão, que acontece entre os dias 19 e 21 de agosto, no Pabellón Azul - La Rural, Prédio Ferial de Buenos Aires.
No curto line-up estão quinze marcas. São elas: Rapsodia, Paula Cahen D’Anvers, Semillero, Laurêncio Adot, Cook, Prune, Mariana Dappiano, Como Quieres que te Quiera, Cora Groppo, Lacoste, Wanama, Puma, Grupo 134, Vicki Otero e Tramando. O evento tem o patrocínio do governo local e do jornal "La Nacion".


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Arte Fotografica

sexta-feira, 17 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:58
Hoje, eu irei falar da arte fotografica, que é algo, que pode espessar seus sentimento, em apenas numa fotografia, é demais.

"A fotografia é como a arte, a arte como a fotografia.Para os apaixonados pela arte de escrever com a luz"

Vou mostrar para vocês algumas fotografias que acho demais! De amigos meus, objetos, roupas, desfiles, etc..

Coleção de Ronaldo Fraga; Do outro lado do mundo.
Camila, foto tirada por mim, deu a impressão que ela está mordendo a casa.
Eu amo essa foto, homenagem ao mickey mouse, era aniversário do desenho animado.
Bem vintage, retrô, eu amo, lindo, lindo!
I love NY, eterna paixão.
Montagens também é bem legal, você pode transfomar uma foto feia em bonita.
As máquinas fotograficas, eles tem tantas, podia me dar uma pelo o menos.
Radiohead
All you need- Jonh Lennon e Yoko
George- The Beatles.

Michael Jackson, uma pequena homenagem ao rei do pop. Achei uma graça!

Muitos não consideram a fotografia uma arte, por ser facilmente produzida e reproduzida, mas a sua verdadeira alma está em interpretar a realidade, não apenas copiá-la. Nela há uma série de símbolos organizados pelo artista e o receptor os interpreta e os completa com mais símbolos de seu repertório. Fazer fotografia não é apenas apertar o disparador. Tem de haver sensibilidade, registrando um momento único, singular. O fotógrafo recria o mundo externo através da realidade estética. Em um mundo dominado pela comunicação visual, a fotografia só vem para acrescentar, pode ser ou não arte, tudo depende do contexto, do momento, dos ícones envolvidos na imagem. Cabe ao observador interpretar a imagem, acrescentar a ela seu repertório e sentimento.
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Moda coreana

quinta-feira, 16 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:45

Suas formas são simples, volumosas, se adaptam ao corpo. E por isso, é chamado de “traje do vento”. O hanbok, vestimenta tradicional da Coreia, é um dos destaques da exposição “Moda coreana - arte e tradição”, em cartaz no Museu da Casa Brasileira, São Paulo. A mostra, que comemora 50 anos das relações diplomáticas entre o Brasil e a Coreia do Sul, traz 50 peças de 46 estilistas contemporâneos.

O hanbok é usado por homens e mulheres, em diferentes versões. “O feminino tem uma saia presa na altura do peito, uma jaqueta curta e duas fitas, presas por um nó”, explica Serena Park, consultora do consulado da Coreia. “Os homens usam calça, uma jaqueta longa, chapéus e cintos”, diz. A estilista Kim Hye-soon, por exemplo, pesquisa e recria estas roupas. Já Kim Hye-kyungm, “busca os estilos mais naturais nas linhas mais simples, organizadas e inocentes da cultura coreana”.

Os países orientais têm culturas bem diferentes entre si. Por isso, a roupa da Coreia, apesar de algumas semelhanças, não é igual a do Japão e a da China. Apesar disso, há semelhanças históricas. “Depois da guerra da Coreia (de 1950 a 1953), houve uma rápida industrialização e o hanbok não se mostrou apropriado para o uso no dia a dia. Foi então que a moda ocidental chegou”, conta. “Até que começaram a surgir estilistas que queriam manter traços de tradição. Algo que revelasse a Coreia: algum toque, alguma cor, um sentimento”, diz.“Minha semelhança com minha avó e mãe vai muito além de nossos rostos. Como mulheres coreanas, nós dividimos a beleza da Coreia através das gerações. Eu espero representar isto na arte da moda”, diz a Choi Hyun-sook, estilista e curadora da exposição.


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O enigma do Príncipe

terça-feira, 14 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 10:18



Harry Potter e o Enigma do Príncipe", que estréia dia 15, reforça o clima de romance adolescente

A longa espera dos fãs pelo sexto filme do bruxo mais famoso da atualidade parece ter valido a pena: o longa-metragem "Harry Potter e o Enigma do Príncipe" promete não decepcionar as enormes expectativas depositadas em torno dele. Ou, pelo menos, é o que adiantou a crítica britânica, que assistiu à pré-estréia do filme na última terça-feira e concedeu-lhe três generosas estrelas.

Dirigido por David Yates, que também assina o longa anterior da série, o novo filme terá estréia mundial nesta quarta-feira, dia 15. Na trama, o clima de romance adolescente estará mais forte do que nunca, com a presença de alguns triângulos e decepções amorosas, bem no estilo "High School". Harry se vê ainda mais atraído por Gina, mas ela está com Dino Thomas. E Lilá Brown resolveu que Rony é o único para ela, só que não contava com os chocolates de Romilda Vane! E ainda tem Hermione, intimidada com seus ciúmes, mas determinada em não demonstrar seus sentimentos. Por trás dessa trama novelesca, o perigo eminente de Voldemort, cujo poder está ainda maior.




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Love, Love,and love

segunda-feira, 13 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 18:17

Luiza Drumond, meu blog, acaba de receber outro selo, de uma pessoa muito queria e dona de dois blogs sensacionais; Poesia Torta e Diários de Filosofia . E agradeço mais uma vez, por tudo que você fez por mim e pelos selos, muito obrigada, mesmo.

Apos receber repasse para 10 pessoas. Ou até menos, mais que seja com carinho. (:


Maitê- kerplunkq
Lucas- Lucas P.
Camila- Camila F.


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Pintar um arco-íris pra deixar o mundo cheio de alergia

domingo, 12 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 12:47
Mesmo depois da moda "vamos parar de desprezar os anos 80 e voltar usar todas aquelas roupas super-duper coloridas?" nascer e crescer a gente continua encontrando pessoas andando por aí com looks cheios de cores. Alguns foram inspirados por bandas recentes da moda, outros dizem curtem coisas infantis e tem os que simplesmente são fãs desse clima animado e hip.




Os Popples


Jem e as Hologramas


Os Ursinhos Carinhosos

Fez mais sentido agora, né? Bom, fato é que cores são mesmo muito legais, elas alegram o nosso dia, especialmente quando elas são muitas e estão juntas ao mesmo tempo... daí tudo fica super lindo, mágico e divertido! xD~

E como (incrivelmente) os anos 80 ainda estão na moda, os tênis de cores super intensas continuam sendo o hit da estação, as leggings divertidas voltaram a divertir a galera once more e é só folhear uma revista fashion que você praticamente sai cantando "vou pintar um arco-íris de energiiiiiiaaaaa...." eu cheguei à conclusão que a esta moda deveria ser batizada de Rainbow-Power antes que acabe.

Os sneakers estão cada vez mais coloridos! Muitos deles chapados numa só cor vibrante! Mas esse aí tem um arco-íris inteiro!


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Moda que só mesmo um rei pode transformar em decreto.

sexta-feira, 10 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 07:33

Vestido-homenagem da coleção do francês Jean-Charles de Castelbajac, lançada em março de 2009. (Foto: AP)





Apesar de não ser fã, o estilista Marcelo Sommer reconhece que cantor também será lembrado por seu legado fashion. “No Japão, onde é moda é mais fantasiosa, Michael Jackson certamente influenciou grifes e a moda das ruas”, opina.


Sommer destaca o figurino do videoclipe “Thriller”, de 1982, como um dos mais marcantes da trajetória do astro. “Eu seria capaz de criar um desfile inteiro com as roupas daqueles zumbis. Os sapatos, a jaqueta vermelha retrô que o Michael usava são geniais”.



Para o estilista, o rei do pop e Madonna, a rainha, têm uma característica em comum quando o assunto é o figurino. Ambos “tentam parecer que são de outras décadas”.


“Michael se tornou ícone dos anos 80 usando uma moda inspirada nos 50. E a Madonna sempre volta no tempo, como fez no álbum ‘Confessions on a dance floor’”, analisa Sommer, lembrando o álbum lançado em 2005, no qual a cantora investiu no visual disco setentista.


Lula Rodrigues, especialista em moda masculina, defende que Michael Jackson é o criador do “glam americano”. “Ele simbolizou para os Estados Unidos o que David Bowie foi para a moda inglesa. O ‘glam’ do Jackson vem da Broadway e é extremamente americanizado”, compara.


Rodrigues conta que nos anos 80 um anúncio da Armani trazia aquele que para muitos críticos é um pecado fashion: meias brancas usadas com sapato social preto. “Até então isso era considerado um crime hediondo para os fashionistas!", exagera. "Mas o Michael Jackson, num ato de licença poética para destacar o seu ‘moonwalk’, tornou essa combinação extremamente cool”.

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Tempos modernos

quarta-feira, 8 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:23

Trata-se do último filme mudo de Chaplin, que focaliza a vida urbana nos Estados Unidos nos anos 30, imediatamente após a crise de 1929, quando a depressão atingiu toda sociedade norte-americana, levando grande parte da população ao desemprego e à fome.
A figura central do filme é Carlitos, o personagem clássico de Chaplin, que ao conseguir emprego numa grande indústria, transforma-se em líder grevista conhecendo uma jovem, por quem se apaixona. O filme focaliza a vida do na sociedade industrial caracterizada pela produção com base no sistema de linha de montagem e especialização do trabalho. É uma crítica à "modernidade" e ao capitalismo representado pelo modelo de industrialização, onde o operário é engolido pelo poder do capital e perseguido por suas idéias "subversivas".
Em sua Segunda parte o filme trata das desigualdades entre a vida dos pobres e das camadas mais abastadas, sem representar contudo, diferenças nas perspectivas de vida de cada grupo. Mostra ainda que a mesma sociedade capitalista que explora o proletariado, alimenta todo conforto e diversão para burguesia. Cenas como a que Carlitos e a menina órfã conversam no jardim de uma casa, ou aquela em que Carlitos e sua namorada encontram-se numa loja de departamento, ilustram bem essas questões.
Se inicialmente o lançamento do filme chegou a dar prejuízo, mais tarde tornou-se um clássico na história do cinema. Chegou a ser proibido na Alemanha de Hilter e na Itália de Mussolini por ser considerado "socialista". Aliás, nesse aspecto Chaplin foi boicotado também em seu próprio país na época do "macartismo".
Juntamente com O Garoto e O Grande Ditador, Tempos Modernos está entre os filmes mais conhecidos do ator e diretor Charles Chaplin, sendo considerado um marco na história do cinema.


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Definitivo

segunda-feira, 6 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:38
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
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Shine On

sexta-feira, 3 de julho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:29
The Kooks - Shine On

Safety pins
Holding up the things
That make you mine
About your hair
You needn't care
You look beautiful
All the time

Shine, shine, shine on
Yes
Won't you shine, shine on

Your magazines
At people at the seams
But you still read
I must admit
I don't believe in it
But I see how
You get sucked in

Shine, shine, shine on
Yes
Wont you shine, shine on
(Sha la la la)
Shine, shine, shine on
Yes

Won't you shine
Shine on

Because your not done

Why do you buy the hand
That feeds you
Why do you
Why do you buy the hand
That feeds, you

Shine, shine, shine on
Yes
Wont you shine, shine on
(Sha, la, la, la)
Shine, shine, shine on
Yes
Wont you shine, shine on

Safety pins
Holding up the things
That make you mine
About your hair
You needn't care
You look beautiful
All the time


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Juliette Lancelotti

terça-feira, 30 de junho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 10:21
Juliette Lancelotti
-Hei, Hei Pedro, quem é aquela garota?
-Quem Pedro?!
-Aquela dos olhos verdes, do cabelo castanho cacheado, do vestido rodado.
-Ah, é nova aula, ela veio da França, tem um sotaque maravilhoso.
Pedro tinha 15 anos, era moreno, dos olhos pretos, vestia o uniforme típico da escola; Sapato social, meias branca até os joelhos, um short azulado e um óculos torto, esse é Pedro Powter, o menino mal arrumado.
Seu amigo, Alberto, tinha a mesma idade também, era loiro, branquelo, dos olhos azuis, vinha de uma família rica. Esse era Alberto Beirut, o menino rico.
Há menina do vestido rodado, se chama Juliette Lancelotti, veio da França e realmente tinha um sotaque maravilhoso, morava em uma pequena cidade, Dunquerque, essa era Juliette, a menina do sotaque maravilhoso.
A aula já iria começar, era aula de português, a professora se chama Alana, era ruiva, alta e usava óculos, como toda professora de português.
- Bom dia, meus alunos, hoje nós vamos aprender sobre pronomes, temos vários tipos de pronomes, relativo, interrogativos...
Enquanto ela falava os tipos de pronomes, olhava para todos os alunos, estava olhando demais para Juliette, derrepente ela parou e falou:
-Olha, temos uma nova aula -com um sorriso enorme no rosto – Olá, bonitinha, como é seu nome?
-Olá, professora, me chamo Juliette Lancelotti- sussurrava ela
Pedro observando
-Hum, seja bem-vinda -Se levante, venha se apresentar pra turma
A menina estava vermelha de vergonha, se levantou-se e foi até a professora.
- Bom, meu nome é Juliette Lancelotti, como vocês já devem saber, vim da França, de uma pequena cidade, Dunquerque, gosto muito de animais, gosto de música clássica e cores fortes- com um sorriso lindo no rosto.
Pedro, apaixonado, chamou ela para almoçar com ele, e mais uns amigos, Gabriela, Anne, Alberto e Luca...
Pedro puxou a cadeira pra Juliette.
-Obrigada, Pedro – dizia ela, tímida
-Mais e aí, gostando do Brasil?
-Ah, eu ainda não tive o prazer de conhece-lo, cheguei aqui no sábado, tenho que me acostumar com o fuso horário e com o clima, aqui é bem quente e bonito!
-A sim, tudo bem, depois agente te leva pra conhecer, as praias, trilhas... Fico feliz em saber que você está gostando daqui- olhos dele brilhava ao olhar pra ela.
-Oi, francessinha- dizia Anne- prazer, sou Anne.
-Oi, Anne- estendendo a mão pra comprimenta-lá- prazer em te conhecer também
Telefone de Juliette tocou, era a mãe dela.
- Alô, mãe, bom dia! -sorrindo
- Oi, filha, como está? Está gostando da escola? Estão te tratando bem?- fala a mãe aflita
- Calma! Calma! Estou bem, a escola é ótima, estão me tratando muito bem.
- Estou calma, filha, apenas preocupada com você, fico feliz por isso, até mais, tchau, se cuide.
De volta a mesa, no meio do caminho, Pedro aparece do seu lado, com um doce na mão.
-Oh, obrigada Pedro, você está sendo muito gentil comigo, obrigada por tudo- sorrindo pra ele, em seguida ela aperta as bochechas dele- Tímido, ele sorria também- Não a de que, você merece, espero que goste do doce!
O sinal toca, todos de volta para sala, agora era aula de educação física, todos pegaram suas mochilas e foram até os vestiários, meninas pra os femininos e os meninos pra os masculinos, é claro. No meio do caminho Gabriela puxa um assunto;
- Hei, garota, prazer sou Gabriela.
- Olá, Gabriela, prazer em te conhecer também, sou Juliette.
- Huuum! Legal seu nome, vamos para o vestuário, nos trocar.
- Vamos, vamos, sim! Que bom que gostou dele- sorria mais uma vez.
Entrando no vestiário, Pedro gritava seu nome: - Juliette! Juliette!
- O que foi, Pedro? – colocando a mochila no chão.
- Se quiser depois, venha jogar volei comigo e mais uns amigos – com a mão na cabeça.
-Oh, volei, esporte- olhava pra cima e para baixo- acho que não é uma boa, desculpe.
- Por quê?! – olhando para baixo
- Não sei jogar direito, nunca fui muito boa com esportes.
- Ahh, sem problemas, ninguém ali, joga bem realmente, agente só joga pra se diverti.
- Se é assim, eu jogo então, deixe eu só trocar de roupa, não dá pra jogar de vestido e sandália, não é?!
- Pedro ria- sim, sim, é claro, ok, tudo bem, vai lá, ficarei te esperando aqui.
Juliette, entrou no vestiário, colocou a mochila no chão e sentou-se, tirando um short preto, que deveria pegar mais o menos no joelho, junto a uma camiseta colorida e um tênis esportivo. Tirou o vestido e a sandalia e seus brincos e colocou o short e a camiseta.
- Com quem estava falando? – dizia Anne
- Com Pedro, ele estava me chamando pra jogar volei- colocando o tênis- venha também.
- Vou sim, adoro volei, vou adorar.
As duas saíram juntas do vestiário, e Pedro estava na porta sentado, cantando.
- Pronto, vamos? – dizia a francesa
- Vamos sim- Pedro pegou na mão dela e foi andando.
Alberto gritava: Vamos logo gente, se organizem-se. Todos ficaram nos seu devidos lugares; Pedro na rede, pois era o mais alto; Alberto no meio; Anne do lado direito; Juliette no lado esquerdo e Luca iria manda a bola! E o jogo começou, a bola passou a rede, passou na mão de: Camila, Daniel e Amanda, foi para o outro lado, foi parar na mão de Juliette, que mandou para Alberto e depois para Pedro, que fez um ponto. Bateu o sinal, todos correram, só ficaram a francesa e Pedro na quadra.
-Gostou do jogo? –perguntava ele- sentado no chão.
-Sim, sim, é bem legal, nós ganhamos! – sentava no seu lado.
-È, você nem é tão ruim assim, ajudou agente ganhar.- sorria Pedro.
-Fui melhor do que eu imaginava- respirou fundo
- O que foi, Juliette?- preocupado.
- Nada, só estou cansada, o dia foi cansativo.
-Sim, foi bastante- olhava pra ela- porque saiu da França e veio pra cá?
- Porque, porque, minha mãe e meu pai, recebeu uma proposta de trabalho, e eu tive que vir pra cá, não tinha escolha, era eu vir ou eu vir- olhava para baixo
- Ah, entendo. È sempre bom conhecer lugares novos- pegava na sua mão
-Sim! Estava cansada das pessoas de lá, mais eu gostava muito delas, vou sentir falta delas.
- Eu preciso fazer isso- Pedro chegou mais perto dela, pegou na sua cintura e no seu pescoço, encostou seus lábios nos dela e a beijou. Um ótimo começo para o primeiro dia de aula.
Juliette se afastou de Pedro, e disse:
-Hei, calma, eu não tenho permissão para namorar ou algo do tipo, desculpe. – olhava para baixo.
Anne olhava de longe, com raiva, pois gostava de Pedro, e ela era a melhor amiga dele, e tinha perdido o lugar pra Juliette.
-Oh, desculpe-me, não consegui me controlar, me desculpe mesmo.
- Ok, sem problemas, mais se controle. Vamos logo, está na hora de ir embora.
Pedro se levantou e ajudou ela se levantar... Ela foi para o vestuário e ele também. Quando Juliette entra lá, se depara com Anne chorando em um canto.
- O que foi, Anne? –preocupada
- Saia daqui já! Quero ficar sozinha- com raiva gritava Anne.
- Ok, ok, eu saio, mais fique bem- beijou sua cabeça e em seguida saiu.
Preocupada e confusa, sem saber o que fazer, andava Juliette, com os olhos cheios de lágrimas, pois não gosta de ver ninguém chorar, encontra com Pedro nos meio do caminho.
- O que foi, Ju? – com as mãos no seu ombro.
- A Anne- soluçava- está lá no vestiário chorando, não quis nem falar comigo.
- O meu Deus, não pode ser- envolvendo Juliette em um abraço.- Não chore, não é culpa sua, é toda minha- limpava as lágrimas dela.- sua mãe está te esperando, vá embora, amanhã agente se ver.
- Não posso, e a Anne?
- Vá, por favor, não quero que você arrume confusão- deu um beijo em sua bochecha- vou lá ver o que ela tem, não se preocupe.
- Tudo bem, Pedro, até amanhã, se cuide.
Juliette, andava em direção ao carro de sua mãe, com cabeça baixa, em quanto, Pedro ia para o vestiário. Chegando ao carro, ela abre a porta e entrou
- Oi, mãe- limpando suas lágrimas.
- O que foi filha? – olhando para ela.
- Nada mãe, vamos embora.
- Não filha! Fale – insta a mãe.
- Não! Vamos embora! – gritava a menina.
- Tudo bem filha, fique calma. Tome água. –abria a bolsa
-Vou ficar calma- bebendo a água, em seguida ligava o som.
Chegando em casa, foi direito para seu quarto, não quis jantar, deitou em sua cama e adormeceu... No dia seguinte acordou atrasada para aula, então nem foi, ficou em casa. Acordou 10:30, quando acordou, como costume, foi até a janela ver o sol. Sua mãe entrou no quarto, e deu bom dia para Juliette.
- Bom dia, minha filha.
Derrepente Juliette, cai nos braços de sua mãe. Ela sofria de leucemia, ficou sabendo disso ano passado, o médico dela disse para ela levar uma vida normal, de uma adolescente. Levou ela até em um hospital da região, foi atendida mais depressa possível. Ficou internada três dias. Os pais delas receberam a noticia que ela teria um ano de vida, e que era pra ela fazer tudo que ela queria fazer, na sua vida inteira, claro que não daria, pois uma vida inteira não dá pra resumir em um ano. Juliette Lancelotti tinha uma lista de desejos, lista do que queria fazer em sua vida. O número um, era se casar na igreja em que seus pais casaram com quem ela amava de verdade e quem a amava também, e seria com Pedro. Eles se casaram um mês depois de sua recaída, pois ela já estaria bem melhor, o casamento foi lindo! Com tudo que os dois tinham direito, com o vestido mais belo e o terno mais bonito. Vestido branco, com detalhes delicados, o terno branco também, com uma rosa vermelha em seu peito. Os dois adotaram duas crianças, Fernanda e Lucas. Juliette morreu um depois, e deixou uma carta para Pedro.
Pedro Powter,
Talvez um dia eu vá a muitos lugares e conheça muitas pessoas... Talvez eu volte mais... Talvez eu me case talvez não... Mais eu quero dizer sem qualquer esperança ou plano que mais lugares que eu visite, que nem por um segundo eu vou me esquecer de você. Mesmo longe meu coração sempre será seu. Tudo que você fez por mim, foi lindo. Em pensar que aquele beijo na quadra, iria se transformar em um casamento. Obrigada por tudo. Não se esqueça de que você sempre vai ser parte de mim. Eu te amo.

Juliette Lancelotti





Hoje, Pedro, está vivo, com 16 anos, junto com seus filhos, vivendo normalmente e pretende fazer faculdade de medicina. Em pedido de Juliette, ele ira se casar com Anne, em Março do ano que vem. Juliette foi cremada e as cinzas estão junto a seu vestido rodado dentro do quarto de Pedro.
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Essa roupa é a sua cara

domingo, 28 de junho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 13:49
Não é nada fácil acompanhar o mundo da moda, embora muitas vezes se diga que estar na moda é ter estilo. Bom, então podemos dizer que ter estilo não é pra qualquer um. É preciso achar aquela roupa que é a sua cara, que dizem que foi feita pra você.



O fotógrafo Bela Borsodi, que é da moda e tem estilo, foi longe na criatividade e montou um ensaio, e alguns vídeos, para mostrar que uma loja de roupa chamada yalook (assim, com minúscula mesmo) tem roupas que são a cara de seus fregueses (embora quem é da moda vai achar que "freguês" é coisa de padaria).








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Mineiros na moda

Postado por Luiza Drumond às 13:21

Sempre conto essa história e a repetição aqui é imprescindível. Na época em que comecei a cobrir moda, há uns cinco anos, havia muito mais mineiros na passarela. Sim, no meu primeiro São Paulo Fashion Week, em 2004, eram seis estilistas made in Minas (Ronaldo Fraga, Rodrigo Fraga, Renato Loureiro, Patachou, Vide Bula, Alphorria), enquanto que no Rio tínhamos Graça Ottoni, Coven, Victor Dzenk, Drosófila. O tempo passou e os mineirinhos sumiram da passarela. Agora só resta Ronaldo, em São Paulo, e Coven, Victor, Graça e Printing, no Rio. A parte boa é que, apesar das baixas do line-up, tenho visto conterrâneos fazendo outras coisas na temporada, coisas essas importantíssimas e por isso insisto no assunto para falar da virada e da esperança de tempos melhores. Exemplos? Julia Valle, de quem já falei várias vezes! Ainda jovem, Julia integrou pela segunda vez o calendário do Rio Moda Hype e é um nome para se prestar atenção. O designer gráfico Albino Papa, por exemplo, se tornou essencial na montagem do São Paulo Fashion Week. Descoberto pelacenógrafa Daniela Thomas na penúltima edição do evento, Albino desenhou quase tudo o que decorava o prédio da Bienal até segunda passada. "Fiz a parte do ´toile de joir´ e tudo o que era gráfico. Desenho nos espelhos, cyber café, concierge, etc", conta Albino. Os corações do piso do cyber, não por acaso, são as tatoos que também estão no braço dele. "O primeiro andar do prédio onde testavam caixas listradas de azul e branco e onde tínhamos as tatuagens são referências ao marinheiro francês, mais explicitamente ao "Querrelle" do Jean Genet, e toda a pegada de Versailles na Bienal inteira.... por isso tanto espelho, tanto adamascado", finalizou. Já Bill Macintyre é um dos que fazem um desfile acontecer, embora quase ninguém saiba disso e pouco ainda o conheçam. O mineiro, que hoje só passa por Beagá para refazer as malas, é turismólogo, com pós em gestão cultural e em direção de arte, mas não faz nada disso. É o assistente de direção de desfiles mais requisitado da moda brasileira. Aprendiz de Zee Nunes e Carla Estrela, Bill hoje dá voos solos em vários desfiles, arrisca-se na cenografia e ainda acha tempo para ser DJ. É ele quem põe ordem no backstage. Outras mineiras ilustres que estiveram sob os holofotes do fashion nessa temporada foram Drielly Oliveira e Mary Figueiredo, leia-se Mary Design. Descoberta na porta da escola em Beagá, Drielly é hoje uma das meninas que mais se vê numa temporada de moda. Só no São Paulo Fashion Week verão 2010 fez 24 dos 40 desfiles, ou seja, 60% do calendário, e ficou entre as cinco modelos que mais desfilaram. Mary, por sua vez, assinou os acessórios divertidos de Alessa, no Fashion Rio, e 2nd Floor, em Sampa.
Bill Macyntire é peça chave no funcionamento de uma temporada de moda.
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Extintores de incêndio ganham decoração, para perder o ar de sem graça

sexta-feira, 26 de junho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:07


Extintor de incêndio não precisa realmente ter graça, mas vamos pensar da seguinte forma: você possui um extintor de incêndio só por precaução, certo? Você tem a esperança de nunca precisar usar um extintor de incêndio na sua vida, correto? Então, se tudo correr bem, você só terá um extintor ocupando espaço na sua casa.
Se ele vai ocupar espaço de qualquer jeito, que seja com estilo! Aqueles vermelhos são sem graça e qualquer um pode ter um assim, já que é padrão. Para ser diferente, a empresa francesa Fire Design vende extintores decorados com as mais diferentes estampas – até de manchas de vaca ou com homenagem a Nova York.
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Tudo que é bom volta, é. E voltou.

quinta-feira, 25 de junho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:31
Sei lá, quantas vezes eu li sua carta, até lágrimas escorreu, não lágrimas de tristeza, mais sim de alegria, de muita alegria, só de pensar em que aquele, adeus, não significou nada, realmente, eu acho, acho não, tenho certeza, que nunca mais, O ADEUS, vai existir. Tô pra começar sua carta a mó tempão né, mais nunca começava, e seu aniversario tá chegando, mais enfim, eu comecei, e só vou te entregar no dia do seu aniversario, mesmo, se estiver, nas férias, eu vou te entregar, eu prometo...
Doeu pra mim também te escutar soluçando de tanto chorar, lá atrás de mim, e doía mais ainda quando você olhava pra mim, e eu não podia dar um “oi”, ou sorrir, ou morrer de ri, ou te mandar tomar no cu, porque eu sabia que iria ser ignorada, e eu odeio isto, e ai odiar mais ainda se você me ignorasse. Eu nunca mais quero lembrar o que aconteceu com agente, porque se eu lembrar vou chorar, e se lembrar quero tá ali contigo, porque eu vou ter certeza que aquele sofrimento só passa de uma mentira. Eu abrir o Pen Drive com a certeza que iria ter alguma coisa pra eu fazer chorar, e fez minha cachorra não parava de olhar pra mim com a cara: “Menina cala a boca”. Parecia que eu tava morrendo de tanto chorar, tava tão vermelha, que parecia um capeta, e o via WONDERWALL, lendo o pedaço que tu colocaste no Pen Drive, também ouvi umas 500 vezes, que até perdi a contam era impressionante como tudo me lembrava você, eu olhava pro André, lembra de ti, olhava pro pen drive, lembra de você, às vezes eu ria de mim mesma, ria sozinha das nossas bobagens, e doía em mim só de saber que nunca mais eu iria sentir, ou ri como eu ria com você, e doía mais ainda, que tudo que agente tinha construído, tinha acabado e que por sinal acabado de uma péssima forma, mais graça a Deus QQ’, acabou esse sofrimento, e fico muito feliz, só de saber que vou morrer de ri de novo, de qualquer coisa, dá piada da Bruna sem graça, acho que só vou pra escola pra ri e pra está do lado das pessoas que mais amo, você, Bruna, Camila e a Juleska (com K.)
Eu falo grito, berro, pra quem for: Você é minha melhor amiga, e tenho orgulho de dizer isso, porque eu te amo, e nada e nem ninguém muda isso, achei bonito demais, meu porto seguro.



“Amor eu sinto a sua falta.
E a falta é a morte da esperança
Como um dia que roubaram seu carro
Deixou uma lembrança.
Que a vida é mesmo coisa muito frágil.
Uma bobagem uma irrelevância
Diante da eternidade do amor de quem se ama.”




“Eu que não amo você
Envelheci dez anos ou mais nesse último mês.
Senti saudade, vontade de voltar”
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Música

quarta-feira, 24 de junho de 2009 - Postado por Luiza Drumond às 09:06

Você não sabe bem o motivo pelo qual faz isso, apenas faz por que é bom. Você não sabe quem realmente criou isto, mas supõe que seja uma criação divina. Com certeza não vai conseguir passar pela trajetória da vida sem que haja ao menos um momento sequer em que será envolvido por ela, a música. Está em toda parte. Respiramos ela. E até em momentos de extremo silêncio la estará ela para lembrar-lhe de sua eterna existência. Nosso subconsciente faz música. Nossos atos também. Somos seres musicais, quero dizer. O que havia de principio não era música. Era o som. O homem está sujeito a diferentes formas de vibração, desde os mais tensos momentos de suas primeiras e solitárias células. E som e vibração. Por isso que a música emociona a todos. Então faça a música despertar seus ouvidos. Jogue-se num tapete, toque um instrumento, solte a voz ou simplesmente escute suas canções prediletas. Pode ser as dos velhos discos de vinil, CDs, MP3, Ipod, não importa. Vá a shows de seus artistas prediletos, pois nada substitui essa experiência. Faça shows. Na casa e na vida, deixe-se levar pela musicalidade. O corpo e a mente agradecem. Música é benção. Tocar um instrumento, cantar, ouvir discos queridos ou lembrar como foi bom aquele show sempre emociona e relaxa. Sabe por quê? Porque certos acordes só são seus!
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